sábado, 13 de agosto de 2011

Esse medo que te consome...

E uma lágrima caiu... tímida, molhando apenas um pedaço do seu rosto triste. Sentia uma dor tão forte como se tivessem arrancado apenas o seu coração e tivessem deixado um vazio. Um vazio que embora preenchido ainda dói. Ela amava, amava tanto a ponto de sentir medo desse amor. Medo que tudo acabe e que lhe reste apenas um corte que jamais cicatrizará.
Ela quer tanto pra si que esquece que a vida do outro não é sua. Quer tanto sentir em suas mãos que vê tudo escorrendo entre os dedos.
Tem tanto medo que não vive...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

E onde estão os planos?

Entra ano e sai ano e cá estou. Uma lista, não tão imensa, cheia de planos e resoluções. - Ah, esse ano vai ser diferente. Vou cumprir tópico por tópico. Então ai vai: Ano passado eu fiz uma lista de resoluções que não foram cumpridas, óbvio, os planos mudam ao longo do ano e nem tudo que prometi faz parte da minha competência.
Em 2011 minhas resoluções estão menos abstratas, mas nem sei se terei tempo para tanta coisa ao mesmo tempo. Mas ter trabalho como prioridade já é um bom começo. E como preciso de lazer também, quem sabe, finalmente, eu aprenda a tocar violão e não fique só em Dó e Sol. E de repente sobra tempo para aprender a surfar. E não satisfeita sobre tempo para ler mais ou quem sabe viajar...
Não, não estou fazendo planos. Só vontades que adio por falta de prioridades. Então que 2011 não seja de planos e de promessas. Mas que seja leve. Que seja livre. Que seja lindo e que deixe tantas saudades quanto 2010.
Então vou lá correr pq o ano já começou e ainda estou nos planos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Aperto no peito? Do que você tem medo? Vc tem medo do novo. Vc tem medo do antigo. Vc sempre procura segurança em pessoas distantes. Nada é real pq vc não quer que seja.
É só saudade...

(maldita tpm)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Black

"I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
In somebody else's sky, but why, why, why
Can't it be, can't it be mine"

Black - Pearl Jam

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

E essa saudade que arde no peito.

Não, não é para doer. E de fato não dói, não fisicamente. É só um vazio, uma ausência, uma saudade. Uma palavra que falta. Um silêncio. Eu não esperei nada, eu não espero nada. Você foi o acontecimento mais improvável da minha vida e acredito que tudo que tinhamos de viver, vivemos. Intensamente, de forma quase insana, em poucas horas.
Sei que não é certo, mas meu pensamento tem me enlouquecido. Fico lembrando, relembrando, imaginando e repetindo para mim a mesma pergunta.
E prefiro que seja assim. Quero permanecer com a sensação do que poderia ter acontecido... se um dia voltarmos a nos encontrar, talvez nem seja a mesma coisa.
E só me dói a partida...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Essa tal Felicidade...

Por que o tempo voa quando a felicidade chega? Há tempos não me sentia tão leve. Será então que estou pronta para finalmente me apaixonar?
Eu acho que me apaixonei, na verdade, por cada dia que vivi em Florianópolis. Por cada pedacinho que me foi deixado. Pela intensidade do momento.
Jamais vai ser como foi. As lembranças são as que mais me fazem sorrir. E eu não mudaria nada se voltasse no tempo. Seria exatamente como foi.
Se eu pudesse dizer a todas as pessoas que conheci lá, o quanto ela são queridas, o quanto foi bom cada palavra trocada, abraços, sorrisos...
Parece que passa um filme a cada instante, algumas delas jamais reencontrarei, não que eu não queira, mas a vida prega um monte de peças e as vezes quem mais queriamos que estivesse novamente presente, jamais estará. Mas fica o pedacinho deixado, o beijo selado, o abraço de despedida. Fica a vontade de ter ficado mais e a imaginação como teria sido se não fosse daquele jeito.

domingo, 25 de julho de 2010

Starry, Starry night

“…Now I understand

What you tried to say to me

And how you suffered for your sanity

And how you tried to set them free

They would not listen

They did not know how

Perhaps they'll listen now

For they could not love you

But still your love was true

And when no hope was left inside

On that starry, starry night

You took your life as lovers often do

But I could have told you Vincent

This world was never meant for one as beautiful as you…”



Don McLean